Sufocamento: Prevenção para Escolas 1


Sufocamento: Prevenção para Escolas

 

O que e sufocamento ou engasgo?

Sufocamento, engasgo ou asfixia, são termos utilizados para caracterizar a dificuldade de respirar devido a presença de corpos estranhos na garganta.

Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, “corpo estranho” é qualquer objeto ou substância que inadvertidamente penetra o corpo ou suas cavidades. Pode ser ingerido ou colocado pela criança nas narinas e conduto auditivo, mas apresenta um risco maior quando é aspirado para o pulmão.

Qualquer material pode se tornar um corpo entranho no sistema respiratório, e a maior suspeita de que o acidente ocorreu é a situação de engasgo. Isto ocorre quando a criança está comendo, ou quando está com um objeto na boca, habitualmente peças pequenas de brinquedos.

 


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Qual é a incidência de sufocamento no Brasil?

A sufocação ou obstrução das vias aéreas é a primeira causa de morte acidental de bebês até um ano de idade. Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2015, 810 crianças de até 14 anos morreram vítimas de sufocação. Desse total, 611 tinham menos de um ano de idade.

De acordo com dados da ONG Criança Segura, todos os anos no Brasil, mais de 700 crianças morrem vítimas de sufocações ou engasgamento. Além da supervisão total de um adulto, é importante evitar que a criança tenha contato com acessórios que facilmente podem ser levados à boca.

 

Como ocorre o sufocamento?

Para crianças o sufocamento poderá ocorrer através da alimentação (especialmente em crianças menores de 3 anos, faixa etária em que o controle da mastigação/deglutição está em desenvolvimento, especialmente pela falta dos dentes molares – importante na trituração dos alimentos).

Outra forma da ocorrência de sufocamento em crianças é a colocação de um corpo estranho nas cavidades do corpo, o que poderá ocorrer, por exemplo, durante brincadeiras:

  • Brinquedos ou peças pequenas
  • Milho
  • Feijão
  • Amendoim
  • Outros grãos e balas duras

Esse tipo de ocorrência é mais grave quando o corpo estranho caminha para as vias aéreas, o que poderá obstruir a passagem do ar e causar uma diminuição e até a falta de oxigenação, e resultar em morte infelizmente.

 


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Quando o sufocamento é considerado grave?

A situação é mais grave quando a criança não consegue chorar, tossir ou falar. Isso indica que as vias aéreas estão totalmente fechadas e você vai precisar ajudá-la a voltar a respirar.

Não tentar retirar o eventual objeto com suas mãos, ao menos que você consiga vê-lo ao abrir a boca da criança. O risco é acabar empurrando ainda mais o objeto e piorar a situação. 

 

Quais são os tipos de sufocamento?

A obstrução das vias aéreas pelo corpo estranho poderá ser:

Parcial: a vítima pode apresentar tosse e esboçar sons.

Quando a criança apresenta somente a tosse e expele o objeto que provoca a asfixia, podemos caracterizar como engasgo “mais leve”, do qual não necessita de intervenção física (técnicas de desengasgo), mas é importante levá-la o quanto antes para o atendimento médico adequado. O pediatra poderá avaliar se algum fragmento de alimento

Total a vítima pode apresentar importante falta de ar, não esboça qualquer som, além de apresentar os lábios arroxeados.

No caso de asfixia total, quando a criança não consegue respirar, tossir, esboçar nenhuma reação, som ou ficar arroxeada é importante intervir imediatamente com técnicas adequadas para desengasgá-la (descritas abaixo) e, após, seguir imediatamente para um pronto atendimento médico.

 


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Como prevenir o sufocamento na Escola?

  • Evite alimentar as crianças enquanto elas correm, brincam ou andam. O mais adequado é alimentá-las sentadas à mesa olhando para o alimento.
  • Mantenha longe de crianças menores de quatro anos brinquedos com peças pequenas, balas pequenas, botões, baterias esféricas, canetas com tampa removível, balões, moedas, bolinhas de gude e grãos.
  • Ofereça os alimentos cortados em pedaços pequenos e de acordo com a faixa etária.
  • Para crianças menores de 4 anos, ofereça alimentos amassados e desfiados.
  • Evite oferecer alimentos arredondados inteiros, como uva e tomate cereja, o ideal é cortá-los em pequenos pedaços.
  • Ensine as crianças a mastigarem bem os alimentos.
  • Supervisione sempre a alimentação das crianças pequenas.
  • Não alimente crianças no bebê-conforto, prefira cadeirinhas próprias para alimentação. A criança precisa estar bem sentada para se alimentar, já que possui as vias aéreas anteriorizadas e pequenas, se forem alimentadas na posição semi-sentada terão mais chances de engasgar.
  • Esteja atento quando crianças mais velhas (como os irmãos, amiguinhos) que podem oferecer objetos ou alimentos perigosos às crianças menores.
  • Evite o uso de roupas que tenham partes que podem se soltar com o tempo, como botões, pedras, enfeites e pingentes.
  • Evite o uso de acessórios pequenos que possam se soltar, como presilha de cabelo, pulseira e chupetas customizadas com pedras.
  • Mantenha o piso livre de objetos pequenos como botões, colar de contas, bolas de gude, moedas, tachinhas. Tire esses e outros pequenos itens do alcance de crianças.
  • Mantenha sacolas plásticas longe do alcance de bebês e crianças.
  • Aprenda a utilizar um testador para determinar quais objetos pequenos oferecem risco de engasgamento para crianças de até quatro anos. Para isso, use uma embalagem plástica de filme fotográfico como referência, pois ela possui, aproximadamente, o mesmo diâmetro da garganta de uma criança (3 cm) e poderá alertar para o risco de forma bastante visual – se o objeto passar pela entrada da embalagem, provavelmente uma criança poderá engoli-lo acidentalmente e se engasgar.

MAMADEIRA-RELUXO-CRECE-ESCOLA-SEGURA

Prevenção de sufocamento durante as mamadas:

  • Até os 6 meses de vida o único alimento indicado para bebês é o leite materno.
  • Não ficar balançando o bebê no colo após as mamadas.
  • Aguardar alguns minutos para o bebê arrotar, isso poderá levar algum tempo, o arroto vai depender da quantidade de ar que o bebê engoliu durante a mamada.
  • O bebê deverá estar na posição semi-elevado para a mamada e elas deverão ser fracionadas.
  • Não vestir roupas apertadas no bebê principalmente durante as mamadas.
  • Observar se a fralda está apertando a barriga do bebê.
  • Se ocorrer o vômito aguardar pelo menos 30 minutos para oferecer novamente o leite ou o alimento.
  • Sobre o intervalo entre a mamada e a colocação do bebê para dormir, seguir a orientação do pediatra que poderá variar de 20 a 40 minutos, neste período mantê-lo na posição ereta para que o leite se acomode no estômago e facilite a digestão.

 


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ALIMENTACAO-REFLUXO-CRECHE-ESCOLA-SEGURA

 

Prevenção de sufocamento durante a alimentação de crianças:

  • As mamadeiras deverão ser oferecidas quando a criança estiver na posição semi-elevada.
  • Seguir sempre a orientação do pediatra e nutricionista a respeito de espessantes (produtos que engrossam o leite e outros líquidos indicados para crianças com doença do refluxo gastroesofágico), esses produtos não são recomendados para bebês prematuros nem para crianças com sobrepeso, além de demonstrarem poucos benefícios para crianças em aleitamento materno.
  • Evitar a exposição da criança ao tabaco (o tabaco interfere nos mecanismos naturais antirrefluxo).
  • A forma mais segura de alimentar crianças é na posição semi-elevada, isso favorece a redução do refluxo e minimiza o risco de engasgo. Para crianças que já sentam sem apoio e possuem equilíbrio suficiente para não tombar as refeições podem ser oferecidas em cadeirão de alimentação.

Segundo Academia Americana de Pediatra, alguns alimentos não devem ser oferecidos para crianças menores de 4 anos, pois são considerados de alto risco para sufocamento:

  • Cachorros quentes
  • Nozes e sementes
  • Pedaços de carne ou queijo
  • Uvas inteiras
  • Doces duros ou pegajosos
  • Pipoca
  • Pedaços de amendoim
  • Pedaços de vegetais crus
  • Goma de mascar

 

ALIMENTACAO NO CADEIRAO

Segurança do Cadeirão de alimentação:

  • A crianças deverá utilizar o cadeirão para alimentação quando já estiver sentando sem apoio. A partir do quinto e sexto mês, a criança começa progressivamente a sentar sem apoio, por conta do seu desenvolvimento nas condições de equilíbrio do tronco.
  • A etapa de desenvolvimento motor onde já senta sem apoio é classificada entre o 7º. e 10º. mês de vida.
  • Verifique na embalagem da cadeira a faixa etária a que se destina.
  • Verifique se não há rebarbas ou partes cortantes visíveis.
  • As cadeiras altas não devem conter rodas e deverá possuir uma base ampla e estável.
  • Recomenda-se que a criança sempre esteja presa pelo cinto de segurança (de 5 pontos).
  • Segundo a norma ABNT 15991-1:2011, as cadeiras altas são destinadas para crianças de até 15 kg.
  • O cadeirão não poderá conter partes pequenas que possam ser engolidas pelas crianças nem material tóxico na composição de suas partes.
  • Os dispositivos para ajuste devem ser inoperantes pelas crianças quando estiver sentada.
  • Para evitar deslizamento da criança por baixo da bandeja, o cadeirão deverá conter uma faixa larga localizada entre as pernas.
  • A bandeja deverá ser presa ao encosto para que não forme espaços ou vãos.
  • É recomendado apoio para os pés.
  • Não permitir que a criança fique de pé no cadeirão.
  • Não deixar a criança sozinha ou dar-lhe as costas, mesmo que por alguns instantes, enquanto ela estiver no cadeirão.
  • Não permitir que crianças maiores brinquem ou tentem subir no cadeirão.
  • Ajudar a criança a entrar, sentar-se e sair do cadeirão.
  • Afivelar o cinto assim que sentar a criança.
  • Se o modelo for dobrável, recomenda-se testá-lo antes para verificar se está firme.
  • Colocar o cadeirão de costas para a parede preferencialmente para que se movimente o mínimo possível.
  • Não posicionar o cadeirão próximo a eletrodomésticos, bancadas, pias, mesas, as crianças poderão se apoiar e empurrar essas superfícies com os pés ou mãos e virar o cadeirão.

 

Prevenção de sufocamento na utilização de brinquedos:

  • Ao escolher os brinquedos para uma criança, considere sua idade, interesse e nível de habilidade. Siga as recomendações do fabricante e procure brinquedos com selo do Inmetro.
  • Brinquedos para crianças maiores podem ser perigosos para as menores e devem ser guardados separadamente.
  • Inspecione regularmente os brinquedos à procura de danos que podem resultar em algum acidente enquanto a criança os manuseia. Observe se alguma parte pequena pode se soltar, se existem pontas afiadas ou arestas. Caso encontre algum problema, conserte o brinquedo imediatamente ou mantenha-o fora do alcance da criança.
  • Evite utilizar balões de látex (bexigas). Se realmente precisar utilizá-los, guarde-os fora do alcance das crianças e supervisione-as durante toda a brincadeira. Não permita que crianças encham balões e tenha muito cuidado com os pedaços de bexigas estouradas, pois podem ser acidentalmente ingeridos pelas crianças e ocasionar sérias consequências. Após o uso, esvazie as bexigas e descarte-as juntamente com eventuais pedaços.

Segundo Academia Americana de Pediatra, objetos e brinquedos abaixo são considerados perigosos e devem ser mantidos longe do alcance de bebês e crianças pequenas:

  • Moedas
  • Botões
  • Brinquedos com peças pequenas
  • Brinquedos que podem caber inteiramente na boca de uma criança
  • Bolas pequenas
  • Balões
  • Arcos de cabelo pequenos, enfeites de cabelo e presilhas
  • Tampas de caneta ou marcador
  • Pequenas baterias tipo botão
  • Ímãs do refrigerador
  • Pedaços de comida para cães

 


 

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POSICAO SEGURA-DORMIR-CRECHE-ESCOLA-SEGURA

Prevenção de sufocamento durante o sono do bebê:

  • Use berços certificados pelo Inmetro e que sigam as normas de segurança da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).
  • Verifique se as grades de proteção do berço estão fixas e se a distância entre elas não é maior do que 6 cm.
  • Bebês devem dormir em colchão firme, de barriga para cima, cobertos até a altura do peito com lençol ou manta presos embaixo do colchão e os bracinhos para fora. O colchão deve estar bem preso ao berço (não mais que dois dedos de espaço entre o berço e o colchão) e sem qualquer embalagem plástica.
  • Adultos devem evitar dormir com bebês. Caso escolham dividir a cama, devem tomar precauções especiais, que incluem a remoção de travesseiros, edredons e qualquer outra roupa de cama macia. Devem, também, evitar o uso de bebidas alcoólicas.
  • Remova do berço todos os brinquedos, travesseiros, cobertores, protetor de berço e qualquer outro objeto macio quando o bebê estiver dormindo. Isso ajuda a reduzir o risco de asfixia.
  • BERÇO SEGURO é berço vazio, cuidado com os excessos de protetores e kits para berço, o mais importante não é a beleza do berço, mas a segurança do bebê, confira abaixo um berço seguro e o posicionamento adequado do bebê:

 

POSICAO SEGURA PARA DORMIR - CRECHE SEGURA

 

A Academia Americana de Pediatria e o Ministério da Saúde Brasileiro recomenda o seguinte posicionamento da criança até um ano para dormir, tanto para bebês sem refluxo como para portadores da doença do refluxo gastroesofágico:

  • Posicionar o lençol/coberta abaixo das axilas do bebê (para que ele não escorregue para baixo da coberta), não exagerar na quantidade de coberta.
  • Não colocar rolinhos, brinquedos ou protetores no berço.
  • Para bebês com refluxo é comum os pediatras recomendarem a elevação da cabeceira, embora alguns estudos controlados não tenham demonstrado que essa posição é benéfica para menores de um ano.
  • Posicione o bebê no fundo do berço, conforme demonstrado na foto acima, isso impedirá que escorregue para debaixo da coberta (situação de risco para morte súbita).
  • Utilizar um colchão firme (nem duro nem mole demais).

Observação: caso o bebê possua diagnóstico da doenças doenças do refluxo gastroesofágico, seguir as recomendações do Pediatra responsável pela criança, que poderão incluir uso de travesseiro antirrefluxo, posicionamento lateral do bebê entre outras recomendações.


Saiba mais sobre a posição segura para o bebê dormir aqui


 

Quais são os sinais de sufocamento de uma criança:

Alguns sinais podem ser observados quando há sufocamento de uma criança:

  • Pele azulada ou arroxeada, especialmente nas extremidades (pontas dos dedos das mãos e dos pés).
  • Esforço respiratório exagerado e com barulho (chiado ou ruídos ao respirar).
  • Movimento de entrada de ar indetectável ou ausente.
  • Boca arroxeada e palidez.
  • Flacidez da criança (pela ausência de oxigênio e possível perda de consciência).
  • Eventual perda de consciência.

Se a criança estiver tossindo ou com ânsia de vômito, é boa notícia: as vias aéreas não estão totalmente bloqueadas. Estimule a tossir: este é o método mais eficaz de desobstruir as vias aéreas.

 

O que fazer em caso de sufocamento da criança?

É fundamental que todas as pessoas que lidam com crianças estejam preparadas para realizar a manobra de desobstrução das vias aéreas. Existe uma manobra adequada para bebês até um ano e outra para crianças maiores de um ano e adultos. Veja abaixo o passo a passo e um vídeo ilustrativo.

Crianças até um ano:

  1. Segure a criança (de bruços) com o rosto voltado para baixo e com a cabeça mais baixa que o tórax.
  2. Cuidado ao apoiar a cabeça, sustente-a firmemente com seu antebraço e mantenha a boca do bebê aberta com os dedos.
  3. Aplique cinco golpes energéticos no meio das costas (usando o punho da mão com os dedos estendidos).
  4. Vire a criança (de barriga para cima) firmemente apoiando sua cabeça e a mantendo mais baixa que o corpo.
  5. Observe se ocorreu a saída do objeto, caso contrário aplique cinco compressões rápidas no tórax (utilize três dedos para aplicar as compressões no meio do tórax, entre a linha dos mamilos).
  6. Se esse procedimento não expulsou o objeto peça ajuda e acione o serviço de emergência (SAMU 192 ou 193 Corpo de Bombeiros).
  7. Repita os procedimentos acima até a chegada do serviço de emergência.

Se desejar você poderá fazer download gratuito do cartaz abaixo (em alta resolução) com o passo-a-passo da manobra de desengasgo no formato de PDF para distribuir para sua equipe escolar e conhecidos, acesse aqui.

Confira abaixo um vídeo com o passo-a-passo da manobra de desengasgo no bebê:

 

Crianças maiores de um ano:

  1. Ao reconhecer um engasgo por objeto posicione-se atrás da criança de joelhos (conforme foto abaixo) e atrás do adolescente ou adulto de pé.
  2. Abrace o tronco da criança envolvendo-o com os dois braços.
  3. Feche uma das mãos e coloque a parte plana (onde está o polegar) na “boca do estômago”, que fica logo acima do umbigo.
  4. Segure o punho com a outra mão e realize cinco compressões rápidas (apertando para dentro e para cima).
  5. Encoraje a criança a tossir (se ela conseguir durante a manobra).
  6. Após realizar a manobra ao menos duas vezes e perceber que o objeto não saiu ou que a criança apresenta-se pálida, com lábios arroxeados, acione a emergência (SAMU 192 ou 193 Corpo de Bombeiros) e continue a manobra até a chegada do socorro ou até que a criança esteja inconsciente.

Demonstração da manobra de desengasgo em crianças maiores de 1 ano

 

Confira um vídeo com o passo-a-passo para manobra de desengasgo na criança e no bebê (entrevista com demonstração realizada para o Programa Salada Brasil):


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SOBRE AS AUTORAS:

Publicado em: 15/08/2017

Revisado em: 15/08/2017


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REFERÊNCIAS:

  • SBP – Sociedade Brasileira de Pediatria. Aspiração de corpo estranho. Departamento Científico SBP, 2014.
  • FERREIRA, TC; et ai. Doença do refluxo gastroesofágico: exageros, a evidência ea prática clínica. J Pediatr. 2014, 90 (2): 105-118.
  • SPSP – Sociedade de Pediatria de São Paulo. Ingestão, asfixia ou engasgo com corpo estranho. SPSP, 2012.
  • CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE – CNS. Dormir de barriga para cima é mais seguro. Pastoral da Criança, 2009.
  • LUA, RY; . FU, Síndrome LY da Morte Súbita Infantil Pediatria na revisão de 2007, 28 (6): 209-214.
  • NUNES, M.L. Síndrome da Morte Súbita do Lactente: Aspectos Epidemiológicos, Fisiopatologia e Prevenção. Sociedade Brasileira de Pediatria, Documento científico do Departamento de Neurologia, 2003.
  • Carpenter, R. et ai. Bed partilha quando os pais não fumam: existe um risco de SIDS? Uma análise individual nível de cinco grandes estudos de caso-controle. BMJ Abrir de 2013.
  • AMERICAN HEART ASSOCIATION – AHA. Suporte Básico de Vida para Provedores de Saúde, Fundação Interamericana do Coração, 2010.
  • CRIANÇA SEGURA.  Engasgo em crianças e adolescentes. ONG Criança Segura, 2016.
  • AAP – American Academy of Pediatrics. Numbers of Food-Related Choking Incidents in Children Continue to Climb. AAP, 2013.
  • AAP – American Academy of Pediatrics. Choking Prevention. Healthy Children ORG, AAP, 2015. 

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