Gripe H1N1, o que a Escola precisa saber 28


GRIPE H1N1 - CRECHE SEGURA

Gripe H1N1, o que a Escola precisa saber

 

O que é a gripe?

A gripe a é uma doença respiratória infecciosa de origem viral, que pode levar ao agravamento e ao óbito, especialmente nos indivíduos que apresentam fatores ou condições de risco para as complicações da infecção (crianças menores de 5 anos de idade, gestantes, adultos com 60 anos ou mais, portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais).

A OMS estima que cerca de 1,2 bilhões de pessoas apresentam risco elevado para complicações da influenza: 385 milhões de idosos acima de 65 anos de idade, 140 milhões de crianças, e 700 milhões de crianças e adultos com doença crônica

 


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Entendendo os tipos de vírus da gripe:

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, estima-se que a influenza acomete 5 a 10% dos adultos e 20 a 30% das crianças, causando 3 a 5 milhões de casos graves e 250.000 a 500.000 mortes todos os anos

A doença pode ser causada pelos vírus influenza A (H1N1), B e C.

Os vírus A(H1N1) e B apresentam maior importância clínica; estima-se que, em média, as cepas A causem 75% das infecções, mas em algumas temporadas, ocorre predomínio das cepas do tipo B.

Os tipos A (H1N1) e B sofrem frequentes mutações e são responsáveis pelas epidemias sazonais, também por doenças respiratórias com duração de quatro a seis semanas e que, frequentemente, são associadas com o aumento das taxas de hospitalização e morte por pneumonia, especialmente em pacientes que apresentam condições e fatores de risco. O vírus C raramente causa doença grave.

 

Como ocorre a transmissão da gripe?

A transmissão ocorre principalmente através do contato com partículas eliminadas por pessoas infectadas ou mãos e objetos contaminados por secreções.

É muito elevada em ambiente domiciliar, creches, escolas e em ambientes fechados ou semifechados, dependendo não apenas da infectividade das cepas, mas também do número e intensidade dos contatos entre pessoas de diferentes faixas etárias.

A transmissão também é elevada em aviões, navios e outros meios de transporte coletivo, onde são frequentemente registrados surtos de influenza A (H1N1) e B que acometem passageiros e tripulantes.

As pessoas infectadas pela influenza suína podem ser consideradas potencialmente contagiantes durante todo o período em que manifestarem os sintomas e possivelmente por até 7 dias depois do início da doença.

As crianças, entre um e cinco anos, podem ser potencialmente contagiantes por períodos mais longos.

Também se comprovou que os vírus sobrevivem em superfícies como madeira, aço e tecidos por 8 até 48 horas.

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Quais são os sintomas desta Gripe?

Os sintomas são similares aos sintomas da influenza humana comum, e incluem:

  • Febre
  • Tosse
  • Garganta inflamada
  • Dores no corpo
  • Dor de cabeça
  • Calafrios
  • Fadiga
  • Também pode causar uma piora de doenças crônicas já existentes.

 

Quando se preocupar com os sintomas da gripe?

É importante estar atento aos sintomas que requerem cuidados especiais:

  • Febre alta, acima de 38º, 39º, de início repentino
  • Dor muscular, de cabeça, de garganta e nas articulações
  • Irritação nos olhos
  • Tosse
  • Coriza (nariz escorrendo)
  • Cansaço
  • Inapetência (falta de apetite)
  • Em alguns casos, também podem ocorrer vômitos e diarreia

 

Como é realizado o diagnóstico da gripe?

É realizada uma avaliação médica para levantamento dos sintomas e existem testes rápidos de laboratório que revelam se a pessoa foi infectada pelo vírus da gripe.

 

A importância da Vacinação contra a gripe:

A imunização é a melhor forma de vacinação, e está prevista a campanha nacional de vacinação contra o H1N1 na metade do mês de abril de cada ano.

Quem recebeu a vacinação no ano anterior precisa tomar novamente neste ano pois o vírus sofre modificações a cada ano.

 

Quais são as pessoas consideradas como “grupo de risco” e prioritária para vacinação?

  • Crianças (crianças de 6 meses e menores de 5 anos )
  • Idosos
  • Portadores de doenças crônicas
  • Gestantes e puérperas
  • Profissionais de saúde expostos a influenza
  • Pessoas que vivem em ambientes aglomerados e populações privadas de liberdade

 

Na campanha de 2017 que se inicia em 17 de abril os professores da rede pública e particular estão incluídos no grupo prioritário de vacinação

Demonstrativo do esquema vacinal para influenza por idade, número de doses, volume por dose e intervalo entre as doses, Brasil, 2017


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Por ocorreu um úmero alto de casos no ano de 2016?

Segundo entrevista realizada com a Dra. Rosana Ritchtmann, médica e pesquisadora do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, alguns fatores contribuíram para o aumento no número de casos no ano de 2016, especialmente a baixa adesão a vacinação pela população em geral nos anos de 2014 e 2015.

Por este motivo, quanto o vírus que retornou ao Brasil (por efeito da globalização), encontrou uma população mais vulnerável (que nunca entrou em contato com o vírus antes) e susceptível pela falta de vacinação nos anos anteriores.

 


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 Como deve ser realizado o tratamento da gripe?

É muito importante evitar a automedicação, pois alguns tipos de medicamentos podem facilitar o aparecimento de cepas resistentes.

Após avaliação médica e constatação da presença do vírus, medicamentos com Ooseltamivir e Zanamivir, presentes em alguns antigripais (Tamiflu e Relenza), têm se mostrado eficazes principalmente se administrados nas primeiras 48 horas do aparecimento dos sintomas.

 

Recomendações Gerais de prevenção da gripe:

  • Evitar aglomerações e ambientes fechados
  • Intensificar a lavagem das mãos com água e sabão, principalmente após tossir e espirrar
  • Utilizar produtos a base de álcool para higienização das mãos também são recomendados
  • Evitar contato próximo com pessoas doentes
  • Cobrir o nariz e a boca com um lenço de papel quando tossir ou espirrar, jogando o lenço no lixo após o uso
  • Participar da campanha de vacinação, especialmente se fizer parte do grupo de risco
  • Não levar as mãos aos olhos, boca ou nariz depois de ter tocado em objetos de uso coletivo
  • Não compartilhar copos, talheres e outros objetos de uso pessoal
  • Procurar assistência médica se surgirem sintomas que possam ser confundidos com os da infecção pelo vírus da influenza tipo A (H1N1).

 

Em caso de suspeita ou confirmação da presença do vírus da gripe:

  • Apresentar os sintomas ou for confirmado a presença do vírus limitar ao máximo o contato com outras pessoas.
  • Não comparecer a Escola ou ao trabalho.
  • Intensificar a higienização das mãos especialmente após tossir e espirrar.

 

ESCOLA - ORIENTACOES GERAIS

Recomendações sobre a gripe para Escolas:

 

  • Envie uma circular para os familiares orientando sobre os sintomas e os cuidados gerais, além da importância de afastamento do aluno em caso suspeito;
  • Orientar os colaboradores a intensificar a lavagem das mãos e uso de soluções a base de álcool;
  • Quando as mãos estiverem visivelmente sujas ou tiverem entrado em contato com fluídos corpóreos como secreções nasais devem ser lavadas com água e sabão;
  • Ensinar as crianças como lavar as mãos corretamente inclusive limpar as unhas;

Você poderá gostar do vídeo com “música” para ensinar as crianças a lavagem correta das mãos, assista aqui


  • Intensificar a limpeza dos ambientes escolares, principalmente de maçanetas, torneiras, porta-papel, brinquedos, trocadores, bebedouros e computadores;
  • Orientar os alunos e colaboradores a não tocar com a boca no bico ejetor de água dos bebedouros;
  • Se possível deixar apenas o bico ejetor de água grande (que necessitam garrafas de água);
  • Colocar mais dispensadores de álcool gel nos ambientes, especialmente em pontos de maior circulação de pessoas como a entrada da Escola e salas de aula;
  • A desinfecção de mesas e cadeiras deverá ser intensificada utilizando pano seco embebido em álcool 70% por 30 segundos ao final do período ou a cada troca de turma;
  • Orientar os professores sobre os sintomas para que possam identifica-los e comunicar aos pais;
  • Se possível manter as janelas abertas para melhor circulação do ar e evitar ar condicionado;
  • Aumentar a supervisão de crianças para evitar o compartilhamento de talheres, copos, canudos, alimentos e brinquedos;
  • Orientar os alunos a não compartilhar materiais (utensílios, canetas, borrachas, etc);
  • Orientar as crianças a evitar colocar as mãos nos olhos, nariz e boca (na medida do possível);
  • Orientar os familiares sobre a importância da vacinação;
  • Solicitar nova cópia da caderneta de vacinação após a campanha de vacinação;
  • Crianças de seis meses a menores de cinco anos: todas as crianças que receberam uma ou duas doses da vacina influenza sazonal nos anos anteriores, devem receber apenas uma dose no ano seguinte. Também deve ser considerado o esquema de duas doses para as crianças de seis meses a menores de nove anos de idade que serão vacinadas pela primeira vez, devendo-se agendar a segunda dose para 30 dias após a 1ª dose.
  • Orientar os familiares caso a criança apresente os sintomas deverá ser realizada avaliação médica e não deverá comparecer a escola (deverão permanecer em casa até 24 horas após o desaparecimento dos sintomas);
  • Pessoas com falta de ar, febre e tosse já estão sendo investigadas sobre a presença do vírus nas unidades hospitalares;
  • Orientar as crianças sobre o uso correto do álcool gel para evitar acidentes (ingestão acidental, uso inadequado);
  • Manter limpos os componentes do sistema de climatização para evitar a difusão e multiplicação de agentes nocivos a saúde conforme Portaria Nº 3.523/1998;
  • Se ocorrerem três ou mais casos de gripe na mesma turma notificar Unidade de Saúde e Vigilância Epidemiológica, ao realizar a notificação é necessário informar dados como; nome do aluno telefone para contato e também informar: início dos sintomas, medicações e avaliação médica;
  • Colaboradores que apresentarem Febre acima de 38º.C, tosse e dor de garganta deverão ser orientados a procurar atendimento médico;
  • Se for possível escalonar a liberação das turmas para o recreio, com intervalos de 5 em 5 minutos, para manter o menor número possível de alunos no mesmo ambiente/ambiente de alimentação;
  • Manter o refeitório limpo antes, durante e após a distribuição dos alimentos;
  • Estimular, através de ações pedagógica hábitos saudáveis como boa alimentação, atividade física, ingestão de líquidos e boa higiene para manter o sistema imunológico reforçado para enfrentar a gripe e outras doenças.

 


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Outras orientações:

 

  • Atualizar a lista de telefone dos alunos e colaboradores;
  • Identificar os telefones da Unidade Básica de Saúde e responsáveis pela vigilância epidemiológica da região onde está localizada a escola
  • Identificar o telefone da unidade de saúde e hospital referência mais próximo da Escola;
  • As gestantes deverão evitar contato com pessoas que apresentem os sintomas

 


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Aquisição de álcool gel pelas Escolas:

 

  • Adquirir álcool 70% (líquido ou gel) de distribuidores autorizados;
  • A embalagem deve ser plástica e estar lacrada;
  • O rótulo deverá conter: nome produto, concentração (70% ou 77º GL), composição, modo de usar, precauções, advertências, validade, número do lote, nome do fabricante e CNPJ, nome do responsável técnico e número do conselho de classe, número do atendimento ao cliente e número do registro na Anvisa/MS;
  • Utilizar álcool com concentração de 70%;
  • Armazenar o álcool em local seguro, longe do alcance das crianças e fontes de calor, alimentos, bebidas e cosméticos

 

TRANSPORTE ESCOLAR - CRECHE SEGURA

Orientação para motoristas de transporte Escolar sobre a gripe:

 

  • Manter no transporte escolar as janelas abertas e reconhecer os sintomas da gripe para orientar o retorno destes alunos para casa e informar os pais e responsáveis;
  • Manter no carro de transporte álcool 70 % friccionando o mesmo nas mãos após o contato com portas, volante, alunos, ir ao banheiro, tossir, etc;
  • Oferecer as crianças álcool 70 % para fricção das mãos, antes de entrar no veículo;
  • Ao tossir ou espirrar, deve-se cobrir o nariz e a boca com lenços descartáveis. Este lenço utilizado deve ser descartado
  • Caso não haja lenço ou toalha de papel prontamente disponíveis ao espirrar ou tossir, é preferível cobrir o nariz e a boca com a manga da camisa (“espirrar no cotovelo”) do que fazê-lo com as mãos, por meio das quais os germes são facilmente transferidos para outras pessoas ou para o ambiente (portas, janelas, bancos, cinto de segurança, volante, etc.)
  • Intensificar a limpeza e desinfecção dos carros, incluindo portas e maçanetas, poltronas, janelas, volante, cinto de segurança (parte metálica), etc. após o transporte das crianças
  • Orientar os alunos a não compartilhar materiais (brinquedos, canetas, lapiseiras, borrachas, etc.) e utensílios (lanches, refrigerantes, batom, etc.

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SOBRE A AUTORA:

Publicado em: 01/04/2016

Revisado em: 17/04/2017


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REFERÊNCIAS:

  • VARELLA, D. Gripe H1N1, Doenças e Sintomas, Varella D.
  • BRASIL, MINISTÉRIO DA SAÚDE. Informe Técnico: Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza, MS, Brasília, 2016.
  • ALVES, G. Baixa vacinação em 2014 e 2015 pode ter gerado surto de gripe, Folha de São Paulo, 2016.
  • Saúde alerta para sintomas que podem indicar contágio por H1N1. G1 Pernambuco, 2016.
  • CENTRO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA – CVE. Influenza A/H1N1, CVE, 2009.
  • COORDENAÇÃO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA CURITIBA. Orientações para compra / aquisição de álcool 70% (líquido ou gel), CVS Curitiba/PR, 2010.
  • COORDENAÇÃO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA CURITIBA. Orientações gerais para controle da influenza a (h1n1) nos Transportes escolares, CVS Curitiba/PR, 2010.
  • BRASIL, Portaria 3.523 de 29 agosto de 1998, Regulamento Técnico para garantir a Qualidade do Ar de Interiores e prevenção de riscos à saúde dos ocupantes de ambientes climatizados, Ministério da Saúde, 1998.
  • SOCIEDADE BRASILEIRA DE INFECTOLOGIA. Influenza A (H1N1), SBI, 2009.
  • SECRETÁRIA DA EDUCAÇÃO DO ESPÍRITO SANTO. Cartilha eletrônica – influenza a (h1n1) informação e prevenção para as escolas, Secretária da Educação, Espírito Santo, 2009.
  • AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Informe Técnico: 19ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza. ANVISA, 2017.

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28 pensamentos em “Gripe H1N1, o que a Escola precisa saber

  • nicolina gonçalves

    Muito obrigada pelas informações, apreciei sinceramente, meus alunos vão À escola com febre,tossindo, com dor de barriga, dor de cabeça, os pai são sem noção.

  • Bruno Pacheco

    Olá! Tenho uma dúvida.
    É recomendado evitar ar condicionado e manter o ambiente aberto para circulação de ar. Isso faz sentido, claro! Porém, no caso de cidades absurdamente quentes como o Rio de Janeiro (e Niterói), um ambiente muito quente e consequentemente abafado mesmo com janelas abertas, não é preferível a utilização do ar condicionado limpo e com manutenção em dia? O vírus H1N1 é resistente à baixa temperatura?
    Fiquei com essa dúvida.
    Desde já agradeço!
    Abs.

    • Leticia Spina Autor do post

      Olá Bruno, respondemos também por e-mail para você?

      A recomendação é permitir a circulação do ar para evitar que um potencial vírus presente no ambiente fique circulando.
      Isso deve ocorrer especialmente em locais fechado onde uma pessoa possivelmente contaminada possa estar presente.
      No entanto algumas regiões são quentes e abafadas, como você falou.
      Se a manutenção do ar condicionado e seus filtros está em dia, entendo que não há problemas em mante-los ligados.
      No entanto minha recomendação é que ao menos uma vez ao dia (por exemplo no horário do almoço, intervalo entre as aulas, etc) o ar seja desligado e as janelas abertas, isso permitirá a renovação do ar.
      Segundo os documentos consultados o uso de ar condicionado não aumenta a transmissão do vírus gripe A, esse vírus é transmitido por gotículas, que são partículas pesadas e não ficam suspensas no ar, no entanto manter a adequada manutenção do aparelho e seus filtros irá prevenir a transmissão de outras doenças respiratórias.

      Agradecemos o seu contato! um abraço.

  • Andréia Cristina Jeronymo Zuncheti dos Santos

    Olá, vcs saberiam informar se por exemplo existir 3 casos ou mais em uma escola esta deverá fechar por um tempo, ou só as crianças ou adultos com casos confirmados devem ficar em casa para tratamento já seria o suficiente?
    bjos

    • Leticia Spina Autor do post

      Olá Andreia,
      Segundo os documentos oficiais consultados, de 2 a 3 casos confirmados na escola deverá ser realizada a notificação à Unidade de Saúde e Vigilância Epidemiológica.Ao realizar a notificação é necessário informar dados como; nome do aluno telefone para contato e também informar: início dos sintomas, medicações e avaliação médica.
      A unidade de saúde fará recomendações para a escola sobre quais providencias deverão ser tomadas, no entanto o que é orientado é que os casos suspeitos deverão permanecer afastados até o diagnóstico, e os casos confirmados deverão permanecer afastados pelo tempo determinado pelo médico (em média 7 dias).
      Um abraço.

  • Elisana Thuler

    Excelente material! Estávamos procurando exatamente esse tipo de informação. Chegou na hora exata e fizemos o download para usá-lo na íntegra. Parabenizamos o trabalho de vocês. Vamos conscientizar e vencer mais essa batalha em prol da saúde.

  • Deborah

    Bom dia! Excelente explicação, porém ainda tenho uma dúvida, no caso de termos apenas 1 único caso de h1n1 confirmado pela mãe, mas negado pela direção, e suspeita de mais alguns casos como os Profissionais da escola devem agir? Pois onde trabalho 1 criança foi confirmada e a informação está sendo negada e os outros pais também não foram informados. Grata

    • Leticia Spina Autor do post

      Olá Deborah, agradecemos pelo seu comentário.
      Nossas recomendações para o enfrentamento da gripe H1N1 nas escolas foram compartilhadas neste artigo, acreditamos que traçar estratégias junto com sua gestão e os demais colaboradores da escola será a melhorar forma.
      Sobre o caso suspeito ou confirmado, não temos como opinar, o importante é esclarecer para todos os profissionais do ambiente escolar, quais deverão ser as medidas preventivas a serem tomadas e se possível informar os pais para que possam contribuir, inclusive incentiva-los a levar as crianças para receberem a vacinação na campanha nacional, que está prevista para começar em breve (entre 20 e 30/04). Um Abraço.

  • Mariana Reys

    Adorei essa matéria,muito obrigada, matéria completa e com muitas informações importantes. Trabalho em uma creche municipal, e sexta mesmo uma criança do nada apresentou uma febre de 38,8 e ,muitas com nariz escorrendo. Sei que não necessariamente é a H1N1, mas com certeza me deixou mais alerta.

  • Rosamir Lopes

    Oi,sinto o quanto funcionários de creche e despreparo principalmente as públicas,o material de vocês são maravilhosos.

  • Millena Ferri

    Meu filho começou com febre no dia 28/O3….levei ao hospital da unimed que passou por uma pediatra que identificou infecção de garganta, e indicou o antibiótico amoxicilina +clavulanato. Como de costume levei ele no pediatra no dia 29 pois ele estava com muita febre e com sintomas de congestão nasal e uma leve tosse….foi examinado e hj está tomando o mesmo antibiótico predsin antux fazendo inalação com aerolin nebulus e entro com uma medicação para imunidade bronco vcson….o que me preocupa foi o perda de apetite e então comecei a ler sobre o assunto a confesso que fiquei muito preocupada…. Hj esta melhor sem febre mas ainda resiste a alguns alimentos…. Com um pouco de tosse ainda. Teve 4 dias de febre. Mas em nenhum momento ultrapassou a 38,2. Mesmo assim deve estar preocupada? Existe o risco mesmo dele estar melhorando ter adquirido ou estar com a doença? Inicio dia 27 febre sumiu dia 30…

    • Leticia Spina Autor do post

      Ola Millena, entendemos a sua preocupação, e valorizamos a sua procura por informações sobre os sinais e sintomas que seu filho apresenta.
      Mas não temos um médico em nossa equipe que possa responder pela sua questão. Recomendamos que você converse novamente com a Pediatra para que não restem dúvidas sobre a saúde e o tratamento que foi prescrito para seu filho.