Neste post, você verá:

 

  • Diarreia na criança, o que a escola precisa saber?
  • Diarreia aguda 
  • O que causa diarreia aguda?
  • Diarreia no Brasil
  • Diagnóstico, sinais e sintomas da diarreia aguda
  • Transmissão da diarreia aguda
  • Complicações da diarreia aguda 
  • Tratamento da diarreia aguda 
  • Quando levar a criança ao médico com diarreia aguda 
  • Prevenção da diarreia aguda 
  • Prevenção da diarreia aguda na escola 

 

Diarreia na criança, o que a escola precisa saber?

 

As doenças diarreicas são a segunda causa de morte entre as crianças menores de 5 anos, sendo responsáveis pela perda da vida de cerca de 1,5 milhão de crianças no mundo.

A diarreia é um problema muito comum em crianças. A diarreia é uma evacuação frequente de início súbito, solta ou líquida que difere do padrão normal de uma criança. Às vezes, a diarreia contém sangue ou muco, ocasionando a perda de substâncias importantes para o funcionamento do organismo, como por exemplo, a excessiva eliminação de água.

Bebês amamentados que ainda não estão recebendo alimentos sólidos, por exemplo, com frequência têm evacuações soltas que são consideradas normais. Um súbito aumento no número e na consistência pode indicar diarreia nesses bebês. Contudo, ter evacuações líquidas por mais de 24 horas nunca é normal.

As viroses são as causas mais frequentes da diarreia, prevalecendo no período do verão.

A diarreia pode ser classificada como:

  • Aguda (duração de até 14 dias)
  • Crônica (duração maior do que 14 dias)

Nesta matéria iremos abordar a diarreia aguda, pois é o tipo que mais acomete a criança na fase escolar.

 

Diarreia Aguda 

 

A criança é considerada com diarreia quando há o aumento do número de vezes, quantidade e consistência das fezes em relação a sua normalidade, e que não está associada a mudança de dieta, podendo apresentar também febre ou vômitos e mudança de comportamento.

A diarreia aguda é uma doença que tem a tendência de ser resolvida pelo próprio organismo, com duração inferior ou igual a 14 dias. No mundo inteiro, a diarreia causa 1,5 milhão de mortes por ano, sobretudo nos países subdesenvolvidos. Nos Estados Unidos, a diarreia é responsável por cerca de 9% das hospitalizações de crianças com menos de cinco anos de idade.

 

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O que causa diarreia aguda?

A causa mais comum de diarreia aguda são as infecções, sendo que 74% delas são causadas por vírus, 20% por bactérias e 6% por parasitas.

Os principais causadores de diarreia são os micróbios, que podem ser: bactérias, vírus, fungos e parasitas, que ao produzirem toxinas alteram o funcionamento intestinal e diminuem a absorção de líquidos pelo intestino ou estimulam sua perda excessiva através das fezes, demonstrado por diarreia.

Algumas bactérias e vírus atingem mais as crianças menores de um ano que são mais predispostas pelo desmame precoce e a desnutrição. Os parasitas como ameba, giárdia e lombriga, atingem uma grande parcela da população.

O Rotavírus é o agente mais comum, encontrado em qualquer idade, porém mais prevalente em menores de cinco anos, com maior frequência em crianças entre os 6 e os 24 meses.

Sua transmissão ocorre predominantemente pelo contato pessoa a pessoa, mas também pode ocorrer por secreção respiratória e contatos com brinquedos ou superfícies contaminadas.

 

Toda criança menor de um ano, após desmame, que apresenta diarreia aguda, precedida de febre e vômitos, com fezes volumosas, sem sangue ou pus, deve ser considerada com diarreia por Rotavírus, até que seja provado o contrário.

 

Geralmente os exames são desnecessários, porém o exame de fezes pode ser útil nos casos de diarreia persistente.

Intoxicação Alimentar, uso de antibióticos e alergias alimentares podem ser outros fatores causadores da diarreia aguda, porém em menor índice.

Confira no vídeo abaixo como ocorre a diarreia na criança:

 

 

Diarreia no Brasil

 

No Brasil, a diarreia constitui um importante problema de saúde pública. Muitas pessoas adoecem e morrem de diarreia, principalmente na região Nordeste onde é a principal causa de morte em menores de 1 ano. No ano de 2010, mais de 850 crianças dessa faixa etária morreram em decorrência da diarreia.

A diarreia também contribui para os altos níveis de desnutrição nesta faixa etária, pela perda frequente de substâncias necessárias ao crescimento e desenvolvimento da criança. Importante ressaltar que o acesso ao saneamento e a adoção de práticas alimentares saudáveis são condicionados pela renda familiar e escolaridade materna.

O atendimento aos casos de diarreia tem um custo elevado porque mesmo com a ampla divulgação da eficácia dos sais de reidratação oral, muitos casos chegam aos centros de saúde apresentando desidratação grave, exigindo a internação hospitalar.

A perda de líquido faz com que não haja água o suficiente no organismo para que ele desempenhe suas funções de forma adequada. O quadro afeta os principais órgãos do corpo e os rins são os primeiros a sofrerem se não houver a reposição de líquido na hora certa podendo ocasionar danos que levam a uma insuficiência renal aguda.  Além disso, a criança pode ficar tão fraca que chega a desmaiar e, em casos mais graves, há risco de entrar em coma. 

 

Durante os primeiros meses de vida as crianças, especialmente aquelas amamentadas com leite materno, podem apresentar normalmente cerca de oito a dez evacuações diárias com fezes semilíquidas, sem que isso possa ser chamado de diarreia.

 

Diagnóstico, sinais e sintomas da diarreia aguda: 

 

Geralmente, o diagnóstico de diarreia pode ser feito em casa, por meio da observação de sintomas como:

  • Aumento da frequência e quantidade de evacuações (comparando a normalidade da criança)
  • Vômitos
  • Febre
  • Dor abdominal
  • Náuseas

 

No entanto, em alguns casos, como por exemplo, diarreia que persiste por mais de 14 dias, o médico poderá realizar testes laboratoriais para definir as causas da diarreia.

 

Transmissão da diarreia aguda

 

O modo de transmissão ocorre por via fecal-oral. Pode ser por contato pessoa a pessoa, por meio de água e alimentos contaminados, por objetos contaminados levados à boca como chupetas e brinquedos e mãos contaminadas.

As moscas e outros insetos são vetores de contaminação, pois podem transportar os micróbios até os alimentos e contaminá-los.

A transmissão da diarreia entre as crianças, na maioria das vezes é por vírus, ainda que existam outras causas e alguns fatores que contribuem para a contaminação são:

 

  • Beber ou ficar exposto à água não tratada.
  • Usar depósitos mal fechados ou sem limpeza regular.
  • Tomar banho em rio, açude ou piscina contaminada.
  • Não higienizar bem as mãos e os utensílios de mesa e fogão.
  • Ser negligente na higiene pessoal.
  • Contato com objetos e brinquedos contaminados.

Complicações da diarreia aguda

 

Algumas complicações podem ocorrer desde que a diarreia não seja tratada adequadamente. Confira abaixo:

Desidratação: é a perda excessiva do líquido corporal, ocasionando alterações no funcionamento de órgãos alvos. Se a prevenção com a ingestão de líquidos não foi realizada ou foi insuficiente e a criança chegar a apresentar quadro de desidratação, o indicado é que os pais procurem a ajuda médica. Confira alguns sinais da desidratação:

 

  • Sede excessiva.
  • Diminuição da quantidade de urina (redução de fraldas molhadas em bebês).
  • Boca e pele secas.
  • Olhos encovados.
  • Redução nas lágrimas no choro.
  • Fraqueza.
  • Tontura.
  • Vertigem.
  • Respiração mais acelerada e curtinha.
  • Extremidades frias e pulso fraco.

 

Sangue nas fezes: em algumas situações pode haver a presença de sangue e muco nas fezes. Nesse caso, o médico solicitará exames específicos para identificar as possíveis causas.

 Desnutrição: é a ingestão ou absorção inadequada de nutrientes necessários para satisfazer as necessidades energéticas e de crescimento do indivíduo. Alguns sinais da desnutrição são:

 

  • Cansaço excessivo.
  • Dificuldade de concentração.
  • Falta de apetite.
  • Diminuição da temperatura corporal.
  • Apatia ou irritabilidade.
  • Edemas (inchaço)

 

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Tratamento da diarreia aguda 

 

O principal tratamento é prevenir a desidratação da criança e para isso, é preciso repor o líquido perdido, pois muitas mães se preocupam principalmente com a alimentação e deixam a ingestão de água em segundo plano.

 

A hidratação é que deve vir em primeiro lugar. Geralmente, a criança come menos quando adoece. Nesse caso, o importante é que ela tome muito líquido, o dia inteiro, e em pequenas quantidades para não induzir vômito. 

 

Na reposição, o ideal é que a criança ingira o máximo possível de bebidas naturais não havendo a necessidade de oferecer isotônicos (como por exemplo, o “Gatorade”) às crianças.

Além de água, os sucos naturais e a água de coco também são indicados.

Também é imprescindível a reposição de água e sais minerais por meio da administração do soro, o qual o Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza nos postos de saúde um soro padrão em pó para Terapia de Reidratação Oral (TRO), rico em sódio, potássio e açúcar, substâncias importantes e que devem ser repostas no organismo nos casos de diarreia.

A TRO também é vendida nas farmácias. O soro também pode ser feito em casa (soro caseiro), porém temos que tomar cuidado durante a sua preparação para não utilizarmos quantidades erradas. A solução consiste em:

  • 3,5 gramas de sal.
  • 20 gramas de açúcar diluídos em 1 litro de água filtrada ou previamente fervida.
  • Na prática, isso significa 1 colher de chá de sal + 1 colher de sopa de açúcar.

 

O problema dessa solução caseira é que ao utilizarmos colheres comuns de cozinha, a quantidade de sal e açúcar acaba variando muito, dependendo de quem vai preparar o soro.

Para evitar esses erros de preparação do soro caseiro, existem colheres padrão recomendadas pela UNICEF.

Essa colher com as medidas corretas pode ser adquirida em farmácias populares ou posto de saúde. Neste caso, basta misturar 1 medida rasa de sal e duas medidas rasas de açúcar em 200 mL de água para que o soro fique com as concentrações mais próximas do recomendado pelo Ministério da Saúde e a OMS.

 

Colher padrão recomendada pela UNICEF: 

Fonte: MD Saúde

 

O soro caseiro não deve ser administrado em bebês que ainda amamentam exclusivamente no peito. Neste caso o mais indicado é continuar dando somente o peito para manter o bebê hidratado.

 

Não é indicado dar remédio para “prender” o intestino, pois se for uma diarreia bacteriana, ao prender o intestino, o risco de propagação de infecção aumenta. O tratamento fundamental para recuperação da diarreia é a hidratação, alimentação saudável, repouso e minimizar sintomas, como dor, febre e enjoo.

O apetite normal da criança muitas vezes demora a normalizar-se, e esta deve retornar sem pressa aos seus hábitos alimentares normais. Não existe uma dieta específica que se recomende para combater a diarreia, mas as crianças podem tolerar melhor as comidas leves.

Retornar à sua alimentação normal pode levar à uma repetição da diarreia, geralmente se deve a pequenas dificuldades do intestino para absorver os alimentos normais. Esse tipo de diarreia pode ter características diferentes das diarreias que se apresentam com a enfermidade em si e também duram pouco e não requer tratamento, desde que não haja outros sintomas.

Para a maioria das crianças, é suficiente a administração de líquidos por vai oral, mas ocasionalmente, em casos mais graves é necessário administrar líquidos por via intravenosa que curam mais rápido a desidratação.

A alimentação adequada precoce reduz o volume e a duração da diarreia. Portanto, é indicado manter a alimentação.

 

Atenção

 

Se a criança for menor de seis meses, e apresentar:

  • Sangue nas fezes
  • Vômitos frequentes
  • Dor abdominal
  • Choro sem lágrimas
  • perda de apetite
  • Febre alta
  • Mais de 3 evacuações por dia
  • Perda de peso e sede extrema

 

PROCURE O MÉDICO URGENTEMENTE!!

 

Quando levar a criança ao médico com diarreia aguda 

 

Pontuamos a seguir algumas situações em que a criança deve ser levada urgentemente ao médico:

 

  • Diarreia grave e com duração maior de 2 ou 3 dias.
  • Diarreia com sangue ou mucosidade.
  • Diarreia de repetição ou quando a criança está perdendo peso.
  • Criança com sinais de desidratação.
  • Diarreia acompanhada por múltiplos episódios de vômitos, febre ou cólicas abdominais.
  • Diarreia após viagem (a diarreia pode ser causada por bactérias ou parasitos e pode requerer tratamento).
  • Quando a criança negar a ingestão de líquidos e alimentação mínima.

 

Prevenção da diarreia aguda 

 

A prevenção é a ação mais importante nos casos das diarreias agudas em crianças. Para evitar a contaminação, recomendam-se os seguintes procedimentos básicos:

 

  • Lavar as mãos: antes de preparar os alimentos, antes de alimentar as crianças, antes das refeições.
  • Manter os alimentos sempre cobertos com panos limpos e/ou tampados.
  • Desprezar alimentos que caírem no chão.
  • Não consumir alimentos que apresentem sinais de deterioração (cheiro, cor, sabor e consistência alterados).
  • Não falar, tossir ou espirrar em cima dos alimentos.
  • O preparo de mamadeiras pode ocorrer na mesma área de manipulação de alimentos, mas em horários diferentes, higienizando o local antes de iniciar o preparo, para evitar a contaminação cruzada.
  • Os utensílios da cozinha e do lactário (garfos, facas, colheres, pratos, panelas, canecas, copos, bandejas, etc.) entram em contato direto com os alimentos, portanto a limpeza cuidadosa evitará que veiculem doenças.
  • Manejar os talheres pelo cabo.
  • Segurar os pratos pela parte de baixo ou pelas bordas.
  • Pegar xícaras ou canecas pela parte de baixo ou pelas alças.
  • Ensinar as crianças a não levar objetos à boca.

 

Se fizer alguma viagem para áreas subdesenvolvidas (sem água tratada), siga as medidas abaixo para evitar a diarreia:

 

  • Beba somente água mineral e não use gelo, a menos que ele seja feito com água mineral.
  • Evite vegetais não cozidos ou frutas com casca.
  • Evite frutos do mar crus ou carne mal passada.
  • Evite o consumo de lacticínios, principalmente se tiver intolerância à lactose.

 

Importante

 

O aleitamento materno diminui a frequência de episódios de diarreia na vida da criança e também está associado com doença de evolução menos grave e com menor necessidade de hospitalização.

 

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Prevenção da diarreia aguda na escola  

 

Para prevenir e controlar as infecções nas instituições de educação infantil, alguns cuidados serão necessários:

1. A higienização das mãos é a medida mais econômica e simples na prevenção de doenças, e deve ser realizada com técnica adequada.

Quando as mãos devem ser higienizadas na unidade escolar?

  • Ao chegar ao trabalho;
  • Antes de preparar os alimentos;
  • Antes de alimentar as crianças;
  • Antes das refeições;
  • Antes e após cuidar das crianças (troca de fralda, limpeza nasal, etc.);
  • Após tocar em objetos sujos;
  • Antes e após o uso do banheiro;
  • Após a limpeza de um local;
  • Após remover lixo e outros resíduos;
  • Após tossir, espirrar e/ou assuar o nariz;
  • Ao cuidar de ferimentos;
  • Antes de administrar medicamentos;
  • Após o uso dos espaços coletivos

 

Sempre devemos ensinar as crianças a lavar as mãos:

  • Antes das refeições;
  • Após o uso do sanitário;
  • Após brincar com areia, terra, na horta, com tinta ou em outras situações em que as mãos possam estar sujas.

 

Crianças do berçário devem ter suas mãos lavadas por um adulto, o que poderá ocorrer no momento da troca de fraldas (assim elas poderão associar desde muito cedo que é preciso lavar as mãos após fazer xixi o cocô). Outro momento é antes de oferecer os alimentos.

 

2. Orientar os familiares dos alunos que não devem deixar as crianças doentes na escola, pois como estão em um ambiente coletivo a probabilidade de transmissão da doença será ainda maior.

3. Manter os ambientes arejados, limpos e iluminados.

4. Os talheres, pratos e copos, quando não descartáveis, devem ser utilizados individualmente, não podendo servir a mais de um usuário antes de serem higienizados adequadamente.

5. Higienização dos brinquedos, de acordo com as recomendações da ANVISA. Os brinquedos deverão ser de material de fácil limpeza e desinfecção, deverão ser colocados em local separado após a utilização (local exclusivo para brinquedos sujos). Só poderão retornar para brincadeiras os brinquedos que forem higienizados com água e sabão com escova de uso exclusivo, deixados expostos para secar sob superfície protegida com papel toalha e então acondicionados na caixa de brinquedos limpos. 

6. Colchões e travesseiros deverão ter revestimento impermeável que facilite a limpeza e desinfecção com álcool 70% a cada turno, ou após o contato com fluídos corpóreos (retirar excesso com papel toalha, limpeza com água e sabão e desinfecção com álcool 70%).

7. As banheiras deverão ser higienizadas com água e sabão após cada uso, depois de secas deverá ser aplicado álcool 70% com papel toalha. 

8. Disponibilizar equipamentos de proteção individual para os colaboradores (sapatos fechados, uniformes ou aventais com material impermeável, luvas, entre outros)

9. Os bebedouros deverão ser lavados diariamente com água e sabão e utilizada solução para desinfecção conforme recomendação do fabricante.

10. Utilizar lenços descartáveis para higienizar o nariz, pois a prática da higiene nasal evita o surgimento de doenças. Aproveitar para ensinar a criança a cuidar de si, disponibilizando lenços de papel quando solicitado por ela, mas supervisione bem estas ações, sem esquecer que, em seguida, é preciso lavar as mãos.

11. Tais materiais devem ser exclusivamente de uso individual:  sabonete, xampu, remédios, mamadeira, chupetas. Todo o material deve estar marcado com o nome de cada criança. As escovas de dente devem dispor de protetores que impeçam o contato de uma com a outra e devem ser guardadas separadamente.

12. Os adultos em constante contato com crianças devem manter as unhas limpas e curtas.

13. Instituir um protocolo para troca de fraldas, garantindo que todos os passos recomendados pela Anvisa sejam seguidos e toda a equipe esteja alinhada com os procedimentos, você poderá acessar um modelo de protocolo de troca de fraldas aqui

14. Todos os cuidados devem ser transmitidos às famílias para que os mesmos sejam realizados em casa.

 

Cada criança deve ter o seu próprio copo para o consumo de água e outras bebidas. Além de se preocupar com a alimentação saudável para proporcionar boa nutrição à criança, o profissional da educação não pode se esquecer de oferecer a ela líquidos regularmente, de modo a garantir sua hidratação.

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Maira BassiMaíra Bassi Strufaldi

Enfermeira e Fisioterapeuta, Pós-graduada em ortopedia e traumatologia, educadora em diabetes, residente do HC-USP

 

 

 

Publicado em: 04/02/2017

Revisado em: 29/11/2021

 

Referências: