ANIMAIS PEÇONHENTOS

Picadas abelha, escorpião, cobras e taturana o que é importante saber?

 

Animais peçonhentos e animais venenosos. Existe diferença?

 

Sim. A diferença é que os animais peçonhentos possuem a peçonha, que é a substância tóxica (veneno) produzida pelo próprio animal com um mecanismo (dentes, ferrões) para injetá-lo na sua presa ou predador que são utilizadas ativamente para caça ou defesa.

Os principais animais peçonhentos que causam acidentes no Brasil são algumas espécies de serpentes, de escorpiões, de aranhas, de mariposas e suas larvas, abelhas, formigas e vespas, besouros, lacraias, de peixes, águas-vivas e caravelas, entre outros.

Já os animais venenosos possuem o veneno, mas não possuem o mecanismo para injetá-lo.

Os animais peçonhentos de interesse em saúde pública podem ser definidos como aqueles que causam acidentes classificados pelos médicos como moderados ou graves e que devem ser comunicados (notificados) obrigatoriamente no Sistema de informação de agravos de notificação (SINAN).

Com a chegada das chuvas, aumenta o risco de acidentes com animais peçonhentos, como escorpiões, aranhas e serpentes, pois são obrigados a sair dos seus esconderijos e a procurar novo abrigo, tanto em áreas urbanas quanto rurais.

 

Por que os acidentes com animais peçonhentos ocorrem?

O processo de urbanização também tem levado ao aumento da exposição a estes animais, e as crianças e os idosos são os mais vulneráveis a esse tipo de acidente.

Os escorpiões são os responsáveis pela maior ocorrência destes acidentes no Brasil. Além disso, o depósito e acúmulo de lixo, entulhos e materiais de construção junto às habitações podem servir de abrigo para os animais peçonhentos.

De acordo com o gráfico abaixo, quase metade das notificações relacionadas a acidentes com animais peçonhentos no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) é devido a estes animais.

 

INCIDENCIA DE ACIDENTES COM ANIMAIS PECONHENTOS

Número de casos de acidentes com animais peçonhentos x número de óbitos no período de 2010 a 2014 no Brasil

 

Tipos de acidentes com animais peçonhentos:

 

Acidentes causados por COBRA

 

Acidente botrópico:

SERPENTE

Fonte: Gustavo Oliveira – Instituto Vital Brazil – RJ

Corresponde ao acidente ofídico de maior importância epidemiológica no país, sendo responsável por cerca de 90% dos envenenamentos.

Nome científico: Bothrops jararacuçu

Nome popular: Jararacussu

Outras cobras deste gênero que são conhecidas: jararaca, ututu-cruzeiro, caiçara, entre outras

Manifestações da picada:

Provoca dor e inchaço no local da picada e em alguns casos pode gerar manchas arroxeadas e sangramento pelos orifícios da picada, além de sangramentos em gengivas, pele e urina.

Este acidente pode evoluir causando infecção e necrose (morte do tecido) na região da picada e também insuficiência renal (os rins podem falhar).

ACIDENTE BOTRÓPICO

Fonte: Instituto Butantan

ACIDENTE BOTRÓPICO 2

Fonte: Instituto Butantan

 

Acidente laquético:

SERPENTE LACHESIS

Fonte: Gustavo Oliveira – Instituto Vital Brazil – RJ

Existem poucos casos relatados na literatura, por se tratar de serpentes encontradas em áreas florestais, onde a densidade populacional é baixa e o sistema de notificação não é tão eficiente, as informações disponíveis sobre esses acidentes são escassas

Nome científico: Lachesis muta

Nome popular: Surucucu

Manifestações da picada:

Este tipo de acidente apresenta quadro similar ao acidente botrópico, mas também provoca náuseas e vômitos, diarreia, hemorragias, suor intenso e queda da pressão arterial e batimento cardíaco. No local da picada podem surgir bolhas, inchaço, equimose e até evoluir para infecção.

 

Acidente crotálico:

SERPENTE CROTALLUS

Fonte: Gustavo Oliveira – Instituto Vital Brazil – RJ

É responsável por cerca de 7,7% dos acidentes ofídicos registrados no Brasil, podendo representar até 30% dos acidentes em algumas regiões.

Apresenta o maior coeficiente de letalidade devido à frequência com que evolui para insuficiência renal aguda (falha nos rins).

Nome científico: Crotalus durissus

Nome popular: Cascavel

Manifestações da picada:

Neste acidente o local da picada não tem sinal evidente de lesão e a vítima tem sensação de formigamento.

O acidentado tem dificuldade em manter os olhos abertos, apresenta aspecto sonolento, tem visão turva ou dupla e possui dores musculares generalizadas. Além desses sintomas, a vítima também apresenta urina escura.

 

Acidente elapídico:

SERPENTE - CORAL VERDADEIRA

Fonte: Gustavo Oliveira – Instituto Vital Brazil – RJ

Corresponde a 0,4% dos acidentes por serpentes peçonhentos registrados no Brasil.

Não são agressivas e possuem o veneno mais potente do país.

Nome científico: Micrurus corallinus

Nome popular: Coral verdadeira

Manifestações da picada:

Neste tipo de acidente não é possível notar alteração importante no local da picada. O veneno é tóxico para os nervos e músculos provocando visão borrada ou dupla, pálpebras caídas e paralisia muscular que pode comprometer até a respiração.

 

ATENÇÃO!

O Instituto Butantan (http://www.institutobutanta.com.br/) alerta que os acidentes com cobra também podem ser gerados por serpentes não peçonhentas. Por sua vez, o veneno das espécies peçonhentas não é transmitido em todos os casos.

O Hospital Vital Brasil atende em média 40% de pacientes picados por serpentes não peçonhentas ou por serpentes peçonhentas que não provocaram envenenamento.

 

Acidentes causados por ESCORPIÃO

ESCORPIAO AMARELO

Fonte: Gustavo Oliveira – Instituto Vital Brazil – RJ

As espécies de escorpião classificadas como de importância médica existem em todo o Brasil.

A picada causa dor no local atingido e apresenta evolução na maioria dos casos.

As crianças podem ter manifestações graves em razão do envenenamento. Provoca os acidentes mais graves, com alta mortalidade em crianças menores de sete anos.

Os escorpiões são animais carnívoros, alimentando-se principalmente de insetos, como grilos ou baratas.

Apresentam hábitos noturnos, escondendo-se durante o dia sob pedras, troncos, linha de trem, entulhos, telhas ou tijolos.

Muitas espécies vivem em áreas urbanas, onde encontram abrigo dentro e próximo das casas, bem como alimentação farta.

Os escorpiões podem sobreviver vários meses sem alimento e mesmo sem água, o que torna seu combate muito difícil.

Espécies de importância em saúde pública:

T. bahiensis (escorpião-marrom); T. stigmurus (escorpião-amarelo-do-nordeste); T. obscurus (escorpião-preto-da-amazônia) e Escorpião Amarelo: Tityus serrulatus

Especialmente o escorpião amarelo provoca os acidentes mais graves, com alta mortalidade em crianças menores de sete anos por apresentar alterações sistêmicas (em todo o corpo), nos casos mais graves o soro específico é recomendado.

 

Acidentes causados por ARANHAS

Existem três tipos de aranhas de importância médica no Brasil. Conheça suas características:

 

Aranha Loxosceles:

ARANHA MARRON

Fonte: Gustavo Oliveira – Instituto Vital Brazil – RJ

Os acidentes ocorrem quando a pessoa ao se vestir, ou mesmo durante o sono, comprime o animal contra a pele. Os locais mais comuns da lesão são tronco, abdome, coxa e braço.

Nome científico: Loxosceles intermedia

Nome popular: Aranha marrom

 

 

Manifestações da picada:

No momento da picada poderá ocorrer dor leve, e após algumas horas a região poderá ficar avermelhada.

Após 12 as 24 horas a região se torna arroxeada e esbranquiçada evoluindo para no dias seguintes para necrose (morte do tecido).

Poderão formar-se feridas grandes e profundas no local que necessitem de reparo cirúrgico.

Nos primeiros dias a pessoa poderá apresentar vermelhidão em outras regiões do corpo, febre, mal-estar, náuseas e vômitos e com menor frequência anemia e urina de coloração escura.

ACIDENTE ARANHA LOXOSCELES

Fonte: Instituto Butantan

Aranha Phoneutria:

ARANHA ARMADEIRA

Fonte: Gustavo Oliveira – Instituto Vital Brazil – RJ

Adotando posição de “ataque”, ela é uma espécie que se defende quando se sente ameaçada. São encontradas em bananeiras, folhagens, madeiras e pedras empilhadas.

A maioria dos registros de acidentes dessa espécie é concentrada na região sudeste, sobretudo em abril e maio. A picada costuma acontecer quando a vítima calça o sapato ou a bota.

Nome científico: Phoneutria pert

Nome popular: Armadeira

Manifestações da picada:

Após a picada ocorre dor intensa no local, inchaço, vermelhidão e as vezes a vítima poderá apresentar sudorese. O acidente só é considerado grave em crianças, onde ocorrem sudorese, vômitos, dor pelo corpo, hipertensão (pressão alta) ou hipotensão (pressão baixa), aumento ou diminuição dos batimentos cardíacos.

 

Aranha Latrodectus

ARANHA VIUVA NEGRA

Fonte: Gustavo Oliveira – Instituto Vital Brazil – RJ

Uma das aranhas mais perigosas do Brasil, e embora muito pequena, seu veneno é muito tóxico. Encontrada em vegetação de praia, restingas e áreas urbanas e encontrada com predominância no litoral nordestino.

Nome científico: Latrodectus curacaviensis

Nome popular: Viúva-negra

 

 

Manifestações da picada:

Após a picada poderá haver vermelhidão e dor no local, e com menos frequência sudorese, tremores e contraturas musculares.

 

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ATENÇÃO!

O Instituto Butantan esclarece que as aranhas caranguejeiras e as tarântulas, bastante comuns, não causam envenenamento. Já as espécies que fazem aquelas teias nos cantos das casas também não são perigosas.

A maioria das aranhas que habitam as residências não são peçonhentas e a picada poderá causar apenas um quadro alérgico, com vermelhidão no local e coceira.

 

Acidentes causados por TATURANAS ou LAGARTAS

As espécies de taturanas ou lagartas consideradas nocivas são aquelas em formas larvais de mariposas com cerdas pontiagudas que carregam as glândulas do veneno. Os acidentes costumam acontecer quando a pessoa encosta nas árvores onde estão as lagartas.

Na grande maioria dos casos o acidente é benigno, o contato provoca dor e queimação, com pequeno inchaço e vermelhidão.

Dados das regiões Sul e Sudeste indicam que existe uma sazonalidade na ocorrência desses acidentes, que se expressa mais nos meses quentes, relacionada possivelmente ao ciclo biológico do agente.

ACIDENTE COM TATURANA

Fonte: Instituto Butantan

Acidente extremamente comum em todo o Brasil, resulta do contato da pele com lagartas urticantes sendo, em geral, de curso agudo e evolução benigna.

Somente o gênero Lonomia é possível causar envenenamento com hemorragias à distancia e evoluções como insuficiência renal.

 

Acidentes por ABELHAS, VESPAS e FORMIGAS

A incidência dos acidentes é desconhecida, porém a hipersensibilidade provocada por picada de insetos tem sido estimada, na literatura médica, em valores de 0,4% a 10% nas populações estudadas.

As reações alérgicas tendem a ocorrer preferencialmente em adultos e nos indivíduos profissionalmente expostos.

Os relatos de acidentes graves e de mortes pela picada de abelhas africanizadas são consequência da maior agressividade dessa espécie (ataques maciços) e não das diferenças de composição de seu veneno.

Não há um soro específico para o tratamento de picadas de abelhas no Brasil.

O quadro de intoxicação depende da quantidade de veneno aplicada e pela susceptibilidade da vítima.

No caso de picadas por poucas abelhas a manifestação poderá variar de uma inflamação local até uma forte reação alérgica.

No caso de múltiplas picadas poderá ocorrer manifestação tóxica mais grave e até fatal.

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Prevenção de acidentes com animais peçonhentos:

  • A melhor forma de evitar acidentes é adotar medidas de prevenção, por isso, o Ministério da Saúde recomenda manter o local e a área ao redor limpos, uma vez que o lixo e entulhos podem servir de abrigo para muitos destes animais.
  • Também é importante ficar atento à limpeza de armários, já que ambientes escuros e úmidos servem de esconderijos para aranhas e escorpiões.
  • Vedar frestas e buracos em paredes, assoalhos, forros, rodapé, além de utilizar telas e vedantes em portas, janelas e ralos, são outras formas de evitar a presença dos animais peçonhentos.
  • Moradores de área rural e trabalhadores da agricultura não podem deixar de usar luvas e botas ao entrar em matas ou plantações.
  • Manter sacos e recipientes bem fechados e verificar roupas e sapatos antes de vesti-los.

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Tratamento para picadas por animais peçonhentos:

Para acidentes com serpentes o único tratamento eficaz é o soro antiofídico específico para cada tipo (gênero) de serpente.

Os soros para tratar picadas de animais peçonhentos são produzidos no Brasil pelo Instituto Butantan (São Paulo), Fundação Ezequiel Dias (Minas Gerais) e Instituto Vital Brasil (Rio de Janeiro).

A produção é comprada pelo Ministério da Saúde e distribuída às Secretarias de Estados de Saúde de todo o país, desta forma, o soro é disponibilizado sem custos aos acidentados.

Para consultar os pontos para atendimento dos acidentes de animais peçonhentos no site www.cve.saude.sp.gov.br

É muito difícil estabelecer um tempo limite para aplicação do soro, o mais importante é encaminhar para o hospital para que seja realizada a soroterapia, quanto mais precocemente ela for iniciada menor as chances de complicações.

Para acidentes com aranhas e escorpiões na maioria das vezes o tratamento é voltado para o alívio da dor. Para aranha marrom ou armadeira e escorpião é utilizado o soro antiaracnídico.

Para acidentes com lagartas o tratamento também é voltado para alívio dos sintomas como a dor e aplicação de compressas frias, porém na suspeita ou confirmação de acidente com a espécie Lonomia o soro antilônomico pode ser necessário.

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Prevenção de acidentes com animais peçonhentos na escola:

A educação ambiental constitui um importante instrumento que possibilita à sociedade uma reflexão sobre a valorização da natureza e da biodiversidade.

Sendo utilizada de forma eficaz pelos profissionais envolvidos, esta é capaz de mobilizar uma comunidade à qual foi aplicada, conscientizando os cidadãos sobre as consequências de seus atos em relação ao meio ambiente.

Desta forma constatamos que se mais escolas e professores se engajassem na busca de quebrar os estereótipos negativos a cerca destes animais, seja por meio de palestras como as realizadas ou com a utilização de cartilhas ou novos métodos para inserir o tema nas aulas, poderíamos alcançar resultados satisfatórios, o que ajudaria na preservação e conservação, contribuindo para um meio ambiente preservado e equilibrado.

É essencial a revisão de programas de educação ambiental e de saúde já existentes com o objetivo de reduzir o número de casos de acidentes. Mas é necessária também a elaboração de programas que esclareçam a importância dos animais peçonhentos e que contribuam para a diminuição da matança indiscriminada.

Algumas sugestões de ações educativas a serem confeccionadas são:

  • Aulas ilustrativas com datashow,
  • Criação de um mural composto com desenhos e pinturas de animais venenosos e peçonhentos
  • Confecção de folders e cartazes entregues para a família abordando a prevenção de acidentes com animais peçonhentos
  • Confecção de uma cartilha com jogos educativos para os alunos (caça-palavras, forca, quebra cabeça, quis, etc.)
  • Organizar uma exposição de animais no formol
  • Acesse aqui uma sugestão de aula, disponível no portal do MEC do Professor Lindomar de Uberlândia/MG
  • Outras atividades educativas que incluem a visitação ao Instituto Butantan podem ser realizadas com agendamento prévio pelo telefone:  (11) 2627-9452 ou e-mail: falecomhorto@butantan.gov.br, saiba mais aqui!

 

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O que fazer se um acidente com animais peçonhentos ocorrer?

  1. Avaliar o local onde a pessoa foi acidenta e certificar-se que esteja seguro
  2. Sempre que possível identificar qual foi o animal peçonhento que causou o acidente
  3. Tranquilizar a vítima
  4. Manter elevado o membro afetado
  5. Retirar anéis, pulseira ou qualquer outro objeto que possa impedir a circulação do sangue
  6. Providenciar para que a vítima fique em repouso (não andar ou correr), preferencialmente deixa-la deitada
  7. Se a vítima estiver consciente procure hidrata-la oferecendo “goles de água”
  8. Lavar o local com água e sabão apenas (mas não perder tempo com esse procedimento e encaminhar o quanto antes para o hospital)
  9. Se houver contato do veneno com os olhos, lavar com água corrente abundante
  10. Comunicar os familiares
  11. Encaminhar para o hospital mais próximo
  12. Verificar a vacina antitetânica (no caso de alunos)

 

Aplicar compressa frias quando:

Em acidentes com lagartas, abelhas e vespas, colocar compressas frias no local da picada para alívio da dor.

Aplicar compressa morna quando:

Em acidentes com aranhas e escorpiões, colocar compressas mornas no local da picada para alívio da dor e levar a vítima o mais breve possível para o serviço médico.

 

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O que não fazer em caso de acidente com animais peçonhentos:

  • Não faça torniquete (amarrar ou comprimir no local da picada)
  • Não cortar ou furar o local da picada. Alguns venenos podem provocar hemorragias e o corte aumentará a perda de sangue.
  • Não chupar (sucção) o local da picada, pois o veneno entra imediatamente na corrente sanguínea e a sucção pode piorar o local da lesão.
  • Não colocar folhas, terra, pó de café, raízes ou qualquer outra substância no local da picada, pois não irão impedir que o veneno vá para o sangue, pelo contrário podem provocar infecções.
  • Não tentar capturar o animal se não tiver treinamento, esse procedimento só deve ser realizado por pessoas treinadas (caso o animal tenha sido capturado vivo ou morto, leve-o junto para que seja identificado e para a utilização do soro específico)

 

Informações importantes:

Você pode consultar os pontos para atendimento dos acidentes de animais peçonhentos no site www.cve.saude.sp.gov.br.

Em São Paulo:

No Instituto Butantan o atendimento especializado gratuito é realizado 24 horas pelo Hospital Vital Brazil, inclusive com atendimento telefônico.

  • Hospital Vital Brazil
  • Avenida Vital Brazil, 1500 – Butantã
  • Telefones: (11) 2627-9529 e 2627-9528
  • CEP: 05503-900 – São Paulo/SP

 

 

Publicado em: 22/08/2016

Revisado em: 22/08/2016

Sobre a autora:

AUTORA MAIRA

 

Referências:

  • CORPO DE BOMBEIROS DO ESTADO DE SÃO PAULO. Polícia Militar. Dicas de acidentes com animais peçonhentos. Educação pública. Acesso em: 12/08/2016.
  • DIRETRIZES DE ACIDENTES COM ANIMAIS PEÇONHENTOS. Serviço de doenças infecciosas e parasitárias do hospital universitário Clementino Fraga Filho. Universidade Federal do Rio de Janeiro. Acesso em: 12/08/2016.
  • MINOZZO, E.L.; ÁVILA, E. P. Escola Segura. AGE: Porto Alegre, 2006. 
  • FUNDAÇÃO NACIONAL DA SAÚDE. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Manual de Diagnóstico e tratamento de acidentes por animais peçonhentos. M.S. Acesso em: 14/08/2016.
  • INSTITUTO BUTANTAN. Como tratar picadas de animais peçonhentos. Acesso em: 11/08/2016.
  • INSTITUTO VITAL BRASIL. Assustadores e venenosos. Rio de Janeiro. Acesso em: 12/08/2016.
  • MINISTÉRIO DA SAÚDE.  Informe epidemiológico de acidentes por animais peçonhentos. M.S. Acesso em: 19/07/2016.
  • MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA. Portal do Professor- Animais peçonhentos e venenosos; conhecendo para superar o preconceito. MEC. Acesso em: 14/08/2016.
  • MINISTÉRIO DA SAÚDE.  Nota informativa- Alerta aos serviços de saúde e de vigilância das secretarias Estaduais e Municipais de saúde sobre os riscos de acidentes por animais peçonhentos nos meses de verão. M.S. Acesso em: 10/08/2016.
  • RAMOS, E.L.P. et al. Uma abordagem lúdica dos animais peçonhentos no ensino fundamental. Em extensão, Uberlândia, v. 11, n.2, p. 45-53, jul./dez. 2012.
  • SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS. Conscientização sobre animais peçonhentos em escola estadual de ensino fundamental em Divinópolis, Minas Gerais, Brasil. Acesso em: 11/08/2016.
  • SECRETARIA ESTADUAL DA SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL. Rio Grande do Sul.  Acesso em: 14/08/2016.
  • SISTEMA NACIONAL DE INFORMAÇÃO TÓXICO-FARMACOLÓGICA – SINITOX. Animais peçonhentos (imagens e slides). Fiocruz  Acesso em 22/08/2016.

 

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